Benny Hinn confessa ter levado a teologia da prosperidade “longe demai

28/02/2018

Em vídeo publicado no Facebook no dia 21, o polêmico pregador Benny Hinn comentou a morte do evangelista Billy Graham. Entre as várias colocações, uma vem chamando atenção no meio evangélico.Ao mencionar a influência que o ministério de Graham teve sobre sua vida, Hinn fez uma espécie de mea culpa, e admitiu ter levado a teologia da prosperidade “longe demais”.“Somos atacados por pregar a prosperidade, embora ela esteja na Bíblia”, explicou, “mas acho que alguns de nós a levamos a um extremo, e não é o que a Palavra de Deus ensina”. Sem citar nomes, lembrou que não é o único a ter feito isso. “Acho que sou tão culpado quanto os outros [pregadores]. Às vezes você acaba indo um pouco além do que realmente precisava. É então que Deus nos traz de volta à normalidade e à realidade”, assegurou.Justificou-se dizendo que, quando aprendeu sobre isso quando era mais novo e repetiu a pregação: “Fui influenciado pelos pregadores que ensinavam isso naqueles tempos. Mas como estou mais experiente, fico pensando: ‘Espere aí, você sabe que isso não se encaixa totalmente com o que diz a Bíblia e com a realidade’. Então, o que é prosperidade? É não passar necessidade. Eu já disse isso antes”.

“Jesus dirigia um carro ou vivia em uma mansão? Não e ele não passava necessidades. E os apóstolos? Ninguém passava necessidades. Mas hoje em dia, a ideia é ter abundância e casas que parecem palácios, carros e contas bancárias. O foco está errado. Muito errado”, desabafou. Além de explicar que não possui mais jatinhos, negou que tenha acumulado uma fortuna de 40 milhões de dólares.Finalizou dizendo que é um erro pensar que a prosperidade é o que Deus quer. “Está na hora de viver biblicamente. Então tudo se resume a uma coisa só, se amamos ou não a Jesus. Se amamos a Jesus, tudo que fazemos é falar sobre ele. Se não amamos, então falamos sobre outras coisas”, resumiu.

Pastor lembra que os cristãos “julgarão os anjos”

28/02/2018

O teólogo e autor renomado John Piper foi questionado esta semana em seu programa de rádio online sobre o que a Bíblia quer dizer quando afirma que os cristãos “julgarão os anjos”.A dúvida do ouvinte é devida ao trecho da primeira epístola do apóstolo Paulo à igreja de Corinto quando questiona “Vocês não sabem que haveremos de julgar os anjos?” [1 Corinthians 6:3].Piper destacou que, embora pareça confuso para muita gente, entender o contexto é fundamental. No caso, é preciso levar em consideração os versículos precedentes, que falam sobre o comportamento dos crentes em Jesus nos tribunais seculares.O trecho inicial do capítulo diz: “Se algum de vocês tem queixa contra outro irmão, como ousa apresentar a causa para ser julgada pelos ímpios, em vez de levá-la aos santos? Vocês não sabem que os santos hão de julgar o mundo? Se vocês hão de julgar o mundo, acaso não são capazes de julgar as causas de menor importância? Vocês não sabem que haveremos de julgar os anjos? Quanto mais as coisas desta vida!”.O pastor lembra que Paulo não fornece detalhes de como isso ocorrerá. “Os comentaristas discordam sobre se os anjos aqui são ‘anjos bons’ ou ‘anjos maus’ – anjos que não caíram e continuam sem pecado ou anjos que caíram, que são demônios agora”, destacou, observando que seria estranho julgar anjos sem pecado, uma vez que o contexto refere-se a resolver as disputas entre os cristãos, o que pressupõe que alguém prejudicou o outro.

“Provavelmente a referência seja julgar os anjos caídos, ou seja, os espíritos demoníacos, que tiveram alguma influência em sua vida tentando prejudicá-lo. Então, o cristão poderia se tornar uma testemunha de acusação, narrando no tribunal divino como sofreu ataques demoníacos… Essa é uma possibilidade”, afirma Piper.Contudo, ele fez a ressalva que a capacidade humana de julgar seres angelicais ou qualquer outra coisa deveria estar enraizada em Jesus, a quem o Pai deu toda a autoridade. Citando João 5:27, ensina: “Em outras palavras, se tivermos algum papel no julgamento, nós, humanos, seremos participantes nos direitos e na autoridade de Jesus, o Filho do Homem, que possui a autoridade suprema como juiz de todas as coisas neste universo porque Deus lhe entregou”. Para Piper, esta é uma “incrível verdade”.Sendo Jesus Cristo o cabeça da Igreja e o Seu corpo a Igreja – composta por milhões de crentes que compartilham de Seu governo – então somos remetidos a Efésios 1, texto que mostra como aqueles que creem estão assentados com Ele no reino celestial.Encerrou dizendo que a autoridade do crente não deveria ser menosprezada. “Estamos destinados a um status maior e um papel de destaque nas eras vindouras que supera a nossa natureza atual”. Essa, talvez, seja a lição mais importante a ser aprendida aqui. Com informações Christian Post

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